quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Gloriosos 103 anos!


103_aniv_SLB

Benfica – Orgulho de Portugal

Diz o poeta: E sempre que o homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança.

Quase há uma centena de anos um pequeno grupo de homens sonhou e tudo começou. Era o nascer do que viria a ser esta realidade, o nosso clube, o nosso Glorioso. Quase há uma centena de anos um pequeno grupo de homens sonhou e mal poderiam imaginar a fantástica dimensão do que tinham criado. Olhando estes quase cem anos… quanta glória!! Milhões e milhões de corações da mesma cor. Milhões e milhões de portugueses e não só, que têm vivido e vibrado com triunfos europeus, finais mundiais, campeonatos e taças, mais do que ninguém e acima de tudo esta alegria única e singela, esta mística que só nós sabemos vivê-la de gritar este orgulho que é a voz de uma nação e que nos sai do peito em forma de canção no grito de um povo que envolve todo o mundo e diz cada vez mais alto: VIVA O BENFICA!

“Em toda a terra portuguesa se ouvem unidas numa voz milhões de chamas bem acesas cantando a vitória a tua história somos nós. Benfica teu nome leva o vento ao mundo nosso ideal. Benfica a tua camisola é orgulho de Portugal!”



Já não são "quase cem anos", é mesmo o 103º aniversário da maior instituição desportiva de Portugal e uma das maiores do Mundo!
Parabéns Benfica! Venham mais outros tantos gloriosos!

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terça-feira, fevereiro 27, 2007

A influência de Simão Sabrosa na equipa do Benfica

Depois de uma pré-época bastante conturbada com toda aquela indefinição em torno da sua permanência na Luz e de um início de época compreensivelmente fraco, a performance do capitão cresce a olhos vistos e está definitivamente embalado para a melhor época da sua carreira. Sendo absolutamente indiscutível no “onze encarnado”, Simão Sabrosa já completou centenas de minutos sempre a um nível muito elevado, conseguindo sempre “estar em todo lado no campo”, não demonstrando grande fadiga, o que já de si é notável. Isto explica em muito o que a excelente forma física pode contribuir para o desempenho de um jogador.

Vejamos em maior detalhe o posicionamento e a importância do capitão na manobra ofensiva da equipa do Benfica:

simao_influencia

- A fechar o meio campo e a iniciar a construção de jogo (A);
- A iniciar contra-ataques rápidos pelos flancos, após recuperação de bola da equipa (B, C);
- Consegue aparecer frequentemente na zona de remate, optando umas vezes pelo remate e outras por assistências primorosas para os seus companheiros de ataque. É ainda mestre na marcação de livres nesta zona (D, G, H);
- É muitas vezes o jogador que “descongestiona” o jogo, isto é, tem a exacta noção de quando deve abrir nas alas para tirar a bola do centro do terreno (E, F);
- Marcador exímio de pontapés de canto (I, L);
- Ultimamente tem desenvolvido a sua capacidade para aparecer em zona de finalização, fazendo inclusivamente alguns golos de cabeça (J, K).

Simão Sabrosa é, actualmente, um dos jogadores portugueses mais talentosos e completos, lucrando com isto o Benfica e a Selecção Nacional.

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segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Deixem passar o pequeno bombardeiro!

miccoli

Para a história deste bom jogo, para além do regresso ao segundo lugar a quatro pontos da liderança, ficam mais dois golos do pequeno bombardeiro transalpino e uma mão cheia de remates do mesmo, alcançando assim mais três pontos num campo sempre dificil. Fabrizio Miccoli está sem dúvida no seu melhor deste ano e meio na Luz.

18ª Jornada da Liga BWin
Estádio Eng. Rui Alves
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)


Nacional da Madeira – Diego Benaglio; Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonso; Bruno (Rogerinho, ao int.), Chaínho e Bruno Amaro (Zé Rui, 66 m); Diego (Chilikov, 80 m), Rodrigo e Juliano Spadacio

Sport Lisboa e Benfica – Quim; Nélson, Anderson, Luisão e Léo; Petit, Katsouranis, Simão e Rui Costa (Karagounis, 13 m); Nuno Gomes (João Coimbra, 90+2 m) e Fabrizio Miccoli (Paulo Jorge, 83 m)

Golos: 0-1, Miccoli (62 m); 0-2, Miccoli (71 m)
Disciplina: Amarelos a Anderson (31 m), Ávalos (33 m), Patacas (39 m) e Karagounis (82 m)


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domingo, fevereiro 18, 2007

O estado actual do futebol no nosso país

Qualquer indivíduo, mesmo não sendo especial apreciador do desporto-rei, consegue facilmente perceber que o futebol em Portugal chegou a um tal ponto de rotura que se não aparecer alguém que tenha a coragem de o reformular rapidamente, não haverá volta a dar à situação. E notem que digo “futebol em Portugal” e não “futebol português” em geral, visto que a nossa selecção felizmente vai estando fora deste amadorismo pelo simples facto de que as competições em que participa são organizadas por outras pessoas fora deste ambiente de podridão generalizada.


“Calcio”, “Premier League”, “Bundesleague”, “La Liga”…; o que terão em comum estas competições quando comparadas com a nossa? A ausência de corrupção? Não, de todo! A corrupção existe e existirá sempre em todo o Mundo. É um dado adquirido e não há volta a dar a este assunto. Mas também não é menos verdade que se pode e deve combater arduamente, isso é certo.
Entre as diferenças óbvias há uma que sobressai claramente e que distingue as referidas Ligas da nossa: a profissionalização global e total do futebol. E não, não me refiro apenas à tão falada e inútil “profissionalização dos árbitros” que ultimamente tem sido apontada em Portugal como a “bóia de salvação” do nosso futebol… Eu prefiro chamar de “venda nos olhos”, porque para além de não resolver nada sozinho, ainda mascara outros problemas e prolifera o desenvolvimento e propagação dos últimos ainda mais.
Quando falo de profissionalização refiro-me a um ponto essencial e que me parece convenientemente esquecido por todos os que comandam o futebol no nosso país: a interferência dos Governos no futebol da sua nação. Em Portugal, o futebol é tema tabu para todos os governos que foram passando pelo poder. Dá a sensação que o futebol é um tema menor e é uma vergonha a sua discussão séria no seu seio. A impressão que tenho é que é encarado como “uma brincadeira de crianças”! Já é altura de entenderem que o futebol é cada vez mais um assunto sério: é responsável pela movimentação de milhões e milhões de euros em que a idoneidade das competições determina e muito tanto a saúde financeira das SAD’s dos clubes como a imagem do país no estrangeiro. Basta de olhar para o futebol apenas como uma fonte de receita de impostos e nada investir na seriedade do mesmo.


Alguns exemplos vindos de fora:

- Vejamos o exemplo italiano, neste Verão quente, em que, enquanto cá se discutia se o “coitado” do Mateus era amador ou profissional, numa semana e pouco a squadra azzurra é campeã do Mundo e logo de seguida se vê a descida de um colosso mundial como a Juventus para a Série B por ter dirigentes envolvidos em casos de corrupção desportiva baseados em escutas telefónicas bem menos graves que o que temos visto no nosso país. Para além do clube referido anteriormente, AC Milan e Fiorentina começaram a Série A com duas mãos cheias de pontos negativos, em que o primeiro somente após ter recorrido da decisão se “safou” de fazer companhia à Juventus na Série B. Com isto podemos concluir que o “calciocaos” foi uma espécie de “apito dourado” a sério mas resolvido por pessoas como deve ser com “eles no sitio” e num país a sério. Deste comentário salvaguardo como é óbvio a actual equipa liderada pela Dra. Mª José Morgado que está agora no inicio da investigação e na qual todos depositamos imensa esperança.
Podemos ainda referir o exemplo recente da intervenção do governo italiano após a morte de um policia num jogo da Série A na ilha Sicília, o qual decretou expressamente a suspensão de todas competições profissionais de futebol e posteriormente ordenou que todos os estádios que não apresentassem as devidas condições de segurança fossem interditos ao público com os jogos a se realizarem à porta fechada.

- Não esqueçamos o exemplo vindo de terras germânicas, da “Bundesleague”, onde um árbitro foi acusado de favorecer em vários jogos um determinado clube em troca de recompensas financeiras. Este foi condenado a pena de prisão e a uma multa de milhares de euros, para além da óbvia irradiação do futebol profissional.
Um árbitro! Caramba no nosso portugalzinho são às dezenas!


Claro está que nestes países o futebol é encarado como um assunto sério, em que a justiça desportiva funciona e os Governos percebem que a idoneidade deste desporto que movimenta milhões é essencial para a imagem exterior do país. Lá fora, e nomeadamente em Itália, no futebol não se ligam a nomes, liga-se a HONESTIDADE!

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quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Taça UEFA, 16 avos de final, 1ª mão - Estádio da Luz

SLB_vs_DBucareste@UEFAcup
SLB_vs_DBucareste-UEFA-14_02_2006


Taça UEFA, 16 avos-de-final
BENFICA-DÍNAMO BUCARESTE
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Árbitro: Ivan Bebek (Croácia)


BENFICA
-
1 (Miccoli)
Quim; Nélson, Luisão, Anderson e Léo; Petit e Katsouranis; Karagounis, Rui Costa e Simão; Nuno Gomes
Suplentes: Moreira, Miguelito, David Luiz, João Coimbra, Mantorras, Derlei e Miccoli
Treinador: Fernando Santos

D. BUCARESTE
-
0
Lobont; Blay, Moti, Radu e Pulhac; Ropotan, Margaritescu, Cristea e Munteanu; Danciulescu e Niculescu
Suplentes: Matache, Serban, Zé Kalanga, Smirnovs, Mendy, Ropotan e Alexe
Treinador: Mircea Rednic

A 2ª mão desta eliminatória realizar-se-à no próximo dia 22 em Bucareste.
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segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Causas da eliminação

Para além de um legitimo mérito por parte do Varzim - porque correu mais, jogou mais, teve mais sorte, mais ganas e por aí fora – na vitória por 2-1 sobre o Benfica, existirão com certeza determinados factores respeitantes ao conjunto encarnado que devem ser apontados como principais causadores desta eliminação precoce nos oitavos de final da Taça de Portugal às mãos do 12º classificado da Liga de Honra:


Falta de ambição generalizada: Foi notório neste jogo, desde o apito inicial até ao final, o alheamento da equipa (salvo as raras e habituais excepções). Poderá ter sido por se tratar de um adversário considerado “menor”falta de humildade – ou por terem já o pensamento no jogo da próxima quarta-feira frente ao Dínamo de Bucareste para os 16 avos da UEFA Cup – falta de profissionalismo.
Pode-se ainda atribuir este desânimo da equipa como consequência do último jogo da Liga bwin onde a equipa falhou golos avulso de uma forma incrível, desperdiçando 2 pontos. Bem mas tendo em conta que estamos a falar de jogadores profissionais isto não pode de forma alguma justificar a falta de ambição num jogo a eliminar. É certo.


Opções discutíveis por parte do treinador: Este é um aspecto sempre muito subjectivo e, salvo raras excepções, dou sempre o benefício da dúvida ao treinador que trabalha diariamente com os jogadores. Ainda assim e salvaguardando este facto, tenho a clara sensação que jogadores como Beto e João Coimbra - por razões totalmente distintas - não deveriam ter sido escolhidos pela primeira vez como titulares para um jogo a eliminar, independentemente do adversário. Pelo menos simultaneamente com toda a certeza que não. São jogadores em que, tendo em conta a estreia, logo à partida estão centradas grande parte das atenções. Sabendo de antemão que um puro e simplesmente não sabe lidar com a pressão (por mais pequena que esta seja), o outro é um jovem de grande valor mas muito pouco experiente. Se tivermos em conta que ambos foram escolhidos para a sempre delicada zona central do terreno, teremos uma razão acrescida para não considerarmos de todo inteligente esta aposta, visto que tal como se pode constatar, foi notório o domínio total do meio-campo por parte do Varzim.
Perguntar-me-ão nesta altura: “Então mas tendo Karagounis e Petit lesionados, quem poderia jogar?”. Eu respondo sem dúvidas: Manú e Karyaka. Manú já mostrou ser uma opção a ter em conta, enquanto Karyaka, não sendo um fora de série é um jogador bastante razoável tendo sobretudo em conta as limitações que havia para o meio campo neste jogo. Jogaríamos assim num 4-3-3 clássico, com Manú e Simão nas alas e com um triângulo formado por Katsouranis, Karyaka e Rui Costa – com as naturais e habituais permutas durante o jogo como é óbvio.


Mas como tenho a perfeita noção que falar depois é sempre mais fácil, prefiro aqui deixar os meus sinceros parabéns à equipa varzinista que fez o suficiente por merecer a passagem aos quartos de final. Já agora que ganhem a Taça! Até porque no que respeita ao nosso Benfica, tenho a exacta convicção de que quem vai “pagar a factura” desta eliminação vão ser mesmo os romenos já depois de amanhã...!
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quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Benfica é o 20º Clube mais rico do Mundo

Segundo a credenciada empresa de consultadoria Deloitte, o Benfica é neste momento o 20º Clube mais rico do Mundo. Numa lista liderada pelo todo-poderoso Real Madrid com receitas à ordem de 292.2M€, o Sport Lisboa e Benfica figura na 20º posição, com cerca de 85.1M€ de receitas, tornando-se desta forma no 1º Clube português de sempre a figurar neste top. De notar ainda que o Benfica é, a par do Rangers, o único Clube que figurando nesta lista não faz parte daquelas que são consideradas as maiores Ligas Europeias.

Ficam aqui algumas explicações do Administrador-Executivo da SAD benfiquista, Domingos Soares Oliveira:

«A parte onde nós somos mais fortes tem a ver com a quotização. Temos o maior número de sócios e somos o clube que tem maior quotização a nível europeu e mundial»
O dirigente considera que as receitas dos patrocinadores do Clube são «adequadas ao nosso mercado actual» e que o Benfica tem «uma boa receita de bilheteira».
No que às receitas de televisão diz respeito, Domingos Soares Oliveira não tem dúvidas em afirmar que são «ridículas» quando comparadas com os restantes Clubes figurantes nesta lista. «Nesta lista dos 20 clubes estão 18 dos cinco grandes mercados. Nesses mercados a televisão representa 55 por cento das receitas, no nosso caso representa 10 por cento. Na altura em que se negociou, a capacidade de negociação era limitada», no entanto sustenta que num futuro próximo estas receitas possam aumentar consideravelmente: «O potencial de crescimento é bom.»
Esclarece ainda que «As receitas incluem tudo o que está ligado à Benfica Estádio e não incluem as receitas do clube nem vendas de jogadores». O que explica a razão pela qual os lucros do Benfica em 2005/2006 terem sido de 101M€ e na lista da Deloitte aparecer de 85,1M€.
De notar que a empresa elabora esta lista com base nas contas públicas dos Clubes e posteriormente à publicação, pede esclarecimentos adicionais a todos os que figuram na mesma.
Domingos Soares Oliveira, como competente que é, congratula-se pelo feito, mas é ao mesmo tempo bastante prudente: «A noção de riqueza é relativa. O que se compara aqui é facturação. Isto não é o culminar de nada, é um prémio mas não é mais do que isso», preferindo assim eleger o «equilíbrio total e completo das contas» como o grande objectivo desta direcção. Todavia afirma convictamente que «O potencial de crescimento do Benfica, pelo seu historial e pela sua dimensão, ainda é enorme.».
O dirigente esclarece ainda o porquê de o Benfica figurar numa lista tão importante mas aparentemente continuar a passar para o exterior a sensação de não ter poder financeiro, nomeadamente na aquisição de jogadores de grande renome internacional: «A equipa tem valores claros. Ainda não temos capacidade para ter o Cristiano Ronaldo, mas são quase todos jogadores de craveira internacional», «O Benfica construiu um estádio que custou 160 milhões de euros. O serviço de dívida ainda é muito elevado, neste período ainda tem muita coisa para pagar. Primeiro vamos acabar de regularizar os encargos que ainda temos», dizendo que os encargos «Ainda são elevados.».


Para a posteridade fica mais uma demonstração de força e vitalidade da Marca Benfica, sendo, como esperado, o único Clube português que possui uma projecção internacional capaz de ombrear com os maiores colossos do mundo do futebol.

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"O Regresso dos sumaríssimos IX", patrocinado pelo CD da Liga e pela miopia dos árbitros!

Confesso que fiz uma espécie de aposta com um amigo sportinguista como o primeiro processo sumaríssimo desta época iria ser aplicado a um jogador do Benfica. Era apenas uma convicção de quem já vê futebol há alguns anos e tem a exacta sensação de quem serve de exemplo de correcção é sempre o mesmo (veja-se o início da época: cartões avulso sem que nada o justificasse). Não digo isto porque não ache que o Derlei teve uma atitude anti-desportiva, teve é certo e deveria ter sido punido logo no jogo, digo isto sim porque antes desta situação já vi “n” situações muito mas muito piores e nada foi feito.

Assim de repente lembro-me de algumas:
- Uma cotovelada assassina (a lembrar a de Ben Tatcher a Pedro Mendes) de um jogador do Leiria, salvo erro o Marcos António, ao Pedro Torrão do Beira-Mar, que aqui sim, podia ter consequências muito graves para a vida deste último; Resultado: o árbitro não viu (??), segue jogo e nada de sumaríssimos, a Liga não agiu… Jogo pequeno?! Mistério!
- Uma “entrada de pinton” de Lucho Gonzalez sobre Hélder Barbosa, do género da entrada do Petit sobre o Targino a época passada, que valeu um sumaríssimo ao benfiquista. Curioso que desta feita não vi nenhum comentador a denominar de “carniceiro” o Lucho da mesma maneira que denominaram o Petit! Resultado: aqui o árbitro viu e marcou falta, não deu amarelo, logo está resolvido…Siga!
- Cotovelada perigosa do sportinguista Nani na nuca do seu adversário, na jornada anterior, mesmo nas barbas do árbitro. Resultado: o árbitro viu e marcou falta, logo a Liga não pode agir!
- Chapada de Caneira ao seu colega de profissão Ricardo Fernandes do Nacional. Segundo Jorge Coroado, isto “não passou de um arrufo de meninos mimados que se resolve com uma palmada a cada um”! Sim estou a falar de um antigo árbitro internacional e de dois jogadores profissionais no meio de um jogo de uma Liga que se quer toda ela profissional! Resultado: a Liga concluiu que o árbitro viu e não quis agir... Logo não pode agir em conformidade!!

Visto isto, desculpem mas tenho que fazer o papel de chorão e ter pena: que o Derlei não tenha uma cara angelical, que o Petit tenha sido rotulado de carniceiro e todos os outros sejam comparações inatingíveis, que o Miccoli depois de ser agarrado exaustivamente 30 metros não possa ter um "arrufo de criança" e um chega para lá ao seu adversário (conforme o próprio admitiu)...

Uma coisa é certa, está lançado o mote dos sumaríssimos... Agora quero ver se daqui para a frente há coerência. Cá estaremos para denunciar!
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sábado, fevereiro 03, 2007

E a vaca...

...veste xadrez! É o que consigo concluir do jogo de ontem!

Numa partida em que o Benfica podia ter jogado perfeitamente sem guarda-redes, perdeu-se a conta às oportunidades desperdiçadas... Ou era a bola que ia ao poste, à barra, ou era o William que fazia uma defesa impossível, ou simplesmente nenhum jogador do Benfica encontrou sangue-frio para fazer o mais simples - encostar para dentro da baliza! Acabou por ser um jogo sem história, com sentido único, onde os únicos "culpados" foram os jogadores do Benfica, o William e a maldita sorte. Sim porque nós não somos como aqueles que tentam encontrar bodes espiatórios à viva força!


Ficha do jogo:

Estádio da Luz, em Lisboa.
Árbitro: Pedro Henriques (Lisboa).

Equipas:

Benfica - Quim, Nélson (João Coimbra, 90), Luisão, Anderson, Léo, Petit (Mantorras, 82), Katsouranis, Karagounis (Derlei, 63), Rui Costa, Simão e Nuno Gomes.

Boavista - William, Lucas, Ricardo Silva, Cissé, Nuno Pinto, Tiago (Ricardo Sousa, 67), Essame, Kaz, Hugo Monteiro (Marquinho, 67), Fary (Marcos António, 84) e Grzelak.

Ao intervalo: 0-0
Acção disciplinar: cartão amarelo para Nuno Pinto (87).
Fim da partida: 0-0

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